quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O mundo que sangra!







     Todos os dias, durante os telejornais, nos deparamos com notícias que nos chocam como nunca antes. Os problemas políticos do Brasil são graves, contudo, temos visto coisas que fazem o nosso país parecer um "conto de fadas" frente aos problemas de outros países, o que não diminui a gravidade dos nossos males. O problema dos conflitos no médio oriente nos faz perceber o quanto somos vulneráveis e, basta uma instabilidade político social e econômica para surgirem conflitos que se transformam em verdadeiras guerras...a sociedade, como sempre, acaba ferida física e emocionalmente, levando muitos, por falta de opção e perspectivas, a fugirem da região onde vivem para sobreviverem ao caos...deixam de viver a vida e passam a sobreviver na vida.
     De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 2,5 mil imigrantes se afogaram no mar Mediterrâneo neste ano vítimas dos muitos barcos superlotados que tentam chegar à costa da Itália e da Grécia. O fluxo de pessoas desesperadas que parte da Síria e do norte da África na tentativa de alcançar a Europa já é muito maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Números recentes mostram que milhares de pessoas estão usando uma rota perigosa através dos Bálcãs para chegar à Alemanha e a outros países do norte da União Europeia (UE). Na última semana, novas tragédias voltaram a expor ao mundo a gravidade do problema. Confira algumas questões-chave para entender a crise:

Quantas pessoas estão migrando?

Mais de 300 mil imigrantes já arriscaram suas vidas tentando atravessar o Mediterrâneo neste ano, segundo as Nações Unidas. Em todo o ano passado, foram 219 mil pessoas. Cerca de 200 mil pessoas desembarcaram na Grécia desde janeiro, enquanto outras 110 mil chegaram à Itália.
     Enquanto milhares precisam de apoio, muitos países da Europa fecham suas portas para o problema. Em questões políticas, econômicas e sociais e compreensível tal atitude, contudo, do ponto de vista humanitário já não podemos dizer o mesmo.


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